Este ano deixo esta mensagem de Natal para todos os "amigos dos blogs": A Bondade faz o nosso mundo continuar a flutuar!
Para todos desejo um Natal repleto de Bondade, com a Luz que nos faça acreditar num Mundo Melhor!
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
como é possível?
como é possivel que o tempo passe tão rápido? sem mudar ponto nem virgula, a história repete-se...
truz truz...
Eu- Quem é?
A minha árvore- Sou eu...a árvore de Natal!
Eu- Quem? mas já? já estamos no Natal?
A minha árvore- Falta muito pouco!
Eu- Não acredito, já passou um ano!?!? Já cá estás outra vez!?!?
A minha árvore- Pois eu acho que um ano demora muuuiiito tempo a passar! Estava fartinha de estar fechada naquela arrecadação, sem luz...já pensaste como se sente uma árvore de natal sem luz? Ao pé de umas tralhas sem serventia "mas é pena deitar fora, podem fazer falta amanhã!"...ainda por cima amarrada! Os meus ramos todos apertadinhos, enfiada no saco onde vinha a carpete da sala que vocês acharam "tão jeitoso para guardar a árvore de natal!"...
Eu- Pronto, pronto já chega...lamechas como eu sou, ainda me pões a chorar! Bem Vinda à nossa sala, vais ficar toda bonita e cheia de luz!
A minha árvore- E já agora, podes pôr-me ao pé da janela? Apetece-me tanto olhar a rua, ver casas e pessoas, miúdos a brincar...dizer olá às palmeiras e mandar piscadelas para o arbusto do pátio da frente!
Eu- Está bem aqui?
A minha árvore- Perfeito!!!
(estou capaz de jurar que a minha árvore fala e este diálogo existiu de verdade)
truz truz...
Eu- Quem é?
A minha árvore- Sou eu...a árvore de Natal!
Eu- Quem? mas já? já estamos no Natal?
A minha árvore- Falta muito pouco!
Eu- Não acredito, já passou um ano!?!? Já cá estás outra vez!?!?
A minha árvore- Pois eu acho que um ano demora muuuiiito tempo a passar! Estava fartinha de estar fechada naquela arrecadação, sem luz...já pensaste como se sente uma árvore de natal sem luz? Ao pé de umas tralhas sem serventia "mas é pena deitar fora, podem fazer falta amanhã!"...ainda por cima amarrada! Os meus ramos todos apertadinhos, enfiada no saco onde vinha a carpete da sala que vocês acharam "tão jeitoso para guardar a árvore de natal!"...
Eu- Pronto, pronto já chega...lamechas como eu sou, ainda me pões a chorar! Bem Vinda à nossa sala, vais ficar toda bonita e cheia de luz!
A minha árvore- E já agora, podes pôr-me ao pé da janela? Apetece-me tanto olhar a rua, ver casas e pessoas, miúdos a brincar...dizer olá às palmeiras e mandar piscadelas para o arbusto do pátio da frente!
Eu- Está bem aqui?
A minha árvore- Perfeito!!!
(estou capaz de jurar que a minha árvore fala e este diálogo existiu de verdade)
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
o meu presente para todos....
Sonhos de Natal
Eu nasci e vivi alguns anos numa aldeia muito pequena escondida por uma enorme mancha de altos pinheiros e carvalhos gigantescos. Pedra de Hera era o nome dessa aldeia…(………).No tempo das férias de Natal, eu, o Ricardo, o Pedro, a Joana e a Ana passávamos muitas tardes enfiados na cozinha do senhor Afonso a ouvir as histórias que ele sabia contar(.……..)
E o Pedro voltava a contar o que lhe tinha acontecido no ano anterior. Nós já estávamos fartos de ouvir aquela história, mas deixávamo-lo falar, porque era muito bonita e fazia-nos sonhar. E eu aprendi, agora que já tenho quase tantos anos como o senhor Afonso, que uma das coisas mais bonitas da vida são os nossos sonhos ou os dos nossos amigos.
Contava o Pedro que, na noite de Natal do ano anterior, depois de se deitar na cama, ouviu, a meio da noite, um barulhinho muito estranho. Então, ele, com o coração aos saltos, pensou que era o Menino Jesus que estava a descer pela chaminé para entregar os presentes. Depois de muito hesitar, saiu da cama sem fazer barulho e foi caminhando com muitas cautelas em direcção à cozinha. Quando lá chegou, ficou sem poder falar nem mexer-se quando viu uma luz a desaparecer pela chaminé. Apesar da luz ser muito intensa, ainda teve tempo de ver os pés pequeninos do Menino Jesus.
— Se ele aparecer este ano, de certeza que o apanho! — terminava o Pedro, com os olhos muito brilhantes.
— E para que é que tu o queres apanhar? — perguntava a Joana.
O Pedro ficava calado por alguns instantes.
— Fazia-lhe muitas perguntas.
— Podias pedir-lhe para me levar uma boneca muito grande a minha casa — dizia a Ana, que sonhava ter uma boneca que fosse tão alta como ela.
E eu dizia:
— O Menino Jesus é muito esperto, nunca se deixa apanhar. Ninguém consegue vê-lo.
— Eu gostava de o ver… — suspirava o Ricardo.
— E nós também.
Nem sempre houve televisão, vídeo e jogos de computador. A história que estou a contar passou-se num tempo em que essas coisas não existiam. Mas, mesmo sem essas coisas, nós, as crianças, gostávamos de ter presentes muito especiais. Para esse ano a nossa lista era a seguinte:
Ana — uma boneca muito grande.
Joana — uma casa de bonecas, com caminhas, berços e um trem de cozinha.
Pedro — um carro de corrida e uma carroça puxada por um burrinho.
Ricardo — um avião e um barco.
Manuel (que era eu) — Livros que tivessem muitas figuras coloridas e contassem histórias com aventuras extraordinárias e uma gravata vermelha.
— Para que é que queres a gravata? — perguntava o Ricardo.
— Para parecer bem. Não posso?
— Um avião e um barco é melhor, porque, assim, eu posso brincar a dar muitos passeios.
— Os livros são melhores porque contam histórias com princesas, monstros e bruxas.
— Tu lês muito bem, mas não sabes a tabuada toda… — ria-se o Pedro.
E eu fazia de conta que não tinha ouvido. Mas era verdade. Eu nunca me lembrava que sete vezes oito são cinquenta e seis. Mas sabia muito bem que três vezes nove são vinte e sete, sentadinho na retrete está o senhor Valete a comer um sabonete.
E, assim, cada um de nós ficava com o seu sonho. E é por isso que hoje temos profissões diferentes.
A Ana é costureira e tem uma filha que é muito maior do que ela.
A Joana é cozinheira num restaurante.
O Pedro é taxista.
O Ricardo trabalha no aeroporto de Lisboa.
O Manuel (que sou eu) inventa histórias e tem algumas gravatas vermelhas………….
"António Mota
Sonhos de Natal
V. N. Gaia, Edições Gailivro, 2003
Adaptação”
Eu nasci e vivi alguns anos numa aldeia muito pequena escondida por uma enorme mancha de altos pinheiros e carvalhos gigantescos. Pedra de Hera era o nome dessa aldeia…(………).No tempo das férias de Natal, eu, o Ricardo, o Pedro, a Joana e a Ana passávamos muitas tardes enfiados na cozinha do senhor Afonso a ouvir as histórias que ele sabia contar(.……..)
E o Pedro voltava a contar o que lhe tinha acontecido no ano anterior. Nós já estávamos fartos de ouvir aquela história, mas deixávamo-lo falar, porque era muito bonita e fazia-nos sonhar. E eu aprendi, agora que já tenho quase tantos anos como o senhor Afonso, que uma das coisas mais bonitas da vida são os nossos sonhos ou os dos nossos amigos.
Contava o Pedro que, na noite de Natal do ano anterior, depois de se deitar na cama, ouviu, a meio da noite, um barulhinho muito estranho. Então, ele, com o coração aos saltos, pensou que era o Menino Jesus que estava a descer pela chaminé para entregar os presentes. Depois de muito hesitar, saiu da cama sem fazer barulho e foi caminhando com muitas cautelas em direcção à cozinha. Quando lá chegou, ficou sem poder falar nem mexer-se quando viu uma luz a desaparecer pela chaminé. Apesar da luz ser muito intensa, ainda teve tempo de ver os pés pequeninos do Menino Jesus.
— Se ele aparecer este ano, de certeza que o apanho! — terminava o Pedro, com os olhos muito brilhantes.
— E para que é que tu o queres apanhar? — perguntava a Joana.
O Pedro ficava calado por alguns instantes.
— Fazia-lhe muitas perguntas.
— Podias pedir-lhe para me levar uma boneca muito grande a minha casa — dizia a Ana, que sonhava ter uma boneca que fosse tão alta como ela.
E eu dizia:
— O Menino Jesus é muito esperto, nunca se deixa apanhar. Ninguém consegue vê-lo.
— Eu gostava de o ver… — suspirava o Ricardo.
— E nós também.
Nem sempre houve televisão, vídeo e jogos de computador. A história que estou a contar passou-se num tempo em que essas coisas não existiam. Mas, mesmo sem essas coisas, nós, as crianças, gostávamos de ter presentes muito especiais. Para esse ano a nossa lista era a seguinte:
Ana — uma boneca muito grande.
Joana — uma casa de bonecas, com caminhas, berços e um trem de cozinha.
Pedro — um carro de corrida e uma carroça puxada por um burrinho.
Ricardo — um avião e um barco.
Manuel (que era eu) — Livros que tivessem muitas figuras coloridas e contassem histórias com aventuras extraordinárias e uma gravata vermelha.
— Para que é que queres a gravata? — perguntava o Ricardo.
— Para parecer bem. Não posso?
— Um avião e um barco é melhor, porque, assim, eu posso brincar a dar muitos passeios.
— Os livros são melhores porque contam histórias com princesas, monstros e bruxas.
— Tu lês muito bem, mas não sabes a tabuada toda… — ria-se o Pedro.
E eu fazia de conta que não tinha ouvido. Mas era verdade. Eu nunca me lembrava que sete vezes oito são cinquenta e seis. Mas sabia muito bem que três vezes nove são vinte e sete, sentadinho na retrete está o senhor Valete a comer um sabonete.
E, assim, cada um de nós ficava com o seu sonho. E é por isso que hoje temos profissões diferentes.
A Ana é costureira e tem uma filha que é muito maior do que ela.
A Joana é cozinheira num restaurante.
O Pedro é taxista.
O Ricardo trabalha no aeroporto de Lisboa.
O Manuel (que sou eu) inventa histórias e tem algumas gravatas vermelhas………….
"António Mota
Sonhos de Natal
V. N. Gaia, Edições Gailivro, 2003
Adaptação”
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
truz truz...
truz truz...
Eu- Quem é?
A minha árvore- Sou eu...a árvore de Natal!
Eu- Quem? mas já? já estamos no Natal?
A minha árvore- Falta muito pouco!
Eu- Não acredito, já passou um ano!?!? Já cá estás outra vez!?!?
A minha árvore- Pois eu acho que um ano demora muuuiiito tempo a passar! Estava fartinha de estar fechada naquela arrecadação, sem luz...já pensaste como se sente uma árvore de natal sem luz? Ao pé de umas tralhas sem serventia "mas é pena deitar fora, podem fazer falta amanhã!"...ainda por cima amarrada! Os meus ramos todos apertadinhos, enfiada no saco onde vinha a carpete da sala que vocês acharam "tão jeitoso para guardar a árvore de natal!"...
Eu- Pronto, pronto já chega...lamechas como eu sou, ainda me pões a chorar! Bem Vinda à nossa sala, vais ficar toda bonita e cheia de luz!
A minha árvore- E já agora, podes pôr-me ao pé da janela? Apetece-me tanto olhar a rua, ver casas e pessoas, miúdos a brincar...dizer olá às palmeiras e mandar piscadelas para o arbusto do pátio da frente!
Eu- Está bem aqui?
A minha árvore- Perfeito!!!
(estou capaz de jurar que a minha árvore fala e este diálogo existiu de verdade)
Eu- Quem é?
A minha árvore- Sou eu...a árvore de Natal!
Eu- Quem? mas já? já estamos no Natal?
A minha árvore- Falta muito pouco!
Eu- Não acredito, já passou um ano!?!? Já cá estás outra vez!?!?
A minha árvore- Pois eu acho que um ano demora muuuiiito tempo a passar! Estava fartinha de estar fechada naquela arrecadação, sem luz...já pensaste como se sente uma árvore de natal sem luz? Ao pé de umas tralhas sem serventia "mas é pena deitar fora, podem fazer falta amanhã!"...ainda por cima amarrada! Os meus ramos todos apertadinhos, enfiada no saco onde vinha a carpete da sala que vocês acharam "tão jeitoso para guardar a árvore de natal!"...
Eu- Pronto, pronto já chega...lamechas como eu sou, ainda me pões a chorar! Bem Vinda à nossa sala, vais ficar toda bonita e cheia de luz!
A minha árvore- E já agora, podes pôr-me ao pé da janela? Apetece-me tanto olhar a rua, ver casas e pessoas, miúdos a brincar...dizer olá às palmeiras e mandar piscadelas para o arbusto do pátio da frente!
Eu- Está bem aqui?
A minha árvore- Perfeito!!!
(estou capaz de jurar que a minha árvore fala e este diálogo existiu de verdade)
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
o meu presente para todos...
Este ano ofereço-vos um comovente conto de Natal da autoria
de ” Célia Bernardo “ – (jornalista do Rádio Clube, que gosto de ler)
Espero que gostem tanto como eu!
« Sonho em Noite de Natal »
” Primeiro senti uma mão gelada na cara; depois os pés frios juntos aos meus. Acordei assustada, mas a escuridão do quarto e a preguiça que me tomava conta do corpo, impediram-me de levantar.
No entanto, mantive os sentidos despertos, até perceber pelo tacto que era um ser pequenino aquele que se enroscava em mim. Tranquilizei e voltei a fechar os olhos, embalada pelo cheirinho dele que me era tão familiar.
De manhã, ele continuava lá; enroscado em mim, à procura do meu calor como se tivesse acabado de chegar de uma longa temporada ao relento.
Agora já com o sol a entrar pela janela e a iluminar o quarto, destapei-o para me certificar que estava agasalhado.
Nessa altura, dei um pulo da cama e fiquei incrédula a testemunhar aquele sono tranquilo de quem está enfim seguro e aconchegado.
Esfreguei os olhos e voltei a olhar sem conseguir perceber o que se estava a passar.
Ele tinha o corpo do meu filho, mas com outra cor de pele. Tinha as mesmas mãos que já tantas vezes me tocaram a pele, mas agora maltratadas pela crueldade que as ruas tão bem conhecem.
Ainda intrigada, mas já serena; decido então destapar-lhe o corpo, onde apenas restam umas roupas sujas e rasgadas que deixam a descoberto uns pés feridos de quem chegou de uma longa e dura caminhada.
Ele continua a dormir tranquilamente, mas esboçando um sorriso que me comove.
Chego-me mais perto; sinto-lhe a respiração e percebo que tem uns olhos rasgados que não combinam com a cor da tez que é escura nem tão pouco com os traços de índio, característicos de uma América esquecida.
Quando colo a minha cara à dele abre repentinamente os olhos. Afasto-me um pouco mas sempre a observá-lo.
Os olhos continuam a ser os do meu filho e o sorriso que me lança também. Nesse mesmo instante, estende-me a mão e toca-me a cara numa carícia tão meiga como o sorriso que ilumina aquele momento.
Sem pronunciar uma única palavra, volto a deitar-me ao seu lado e a abraçá-lo com a mesma força e calor com que faço todos os dias.
Ele volta a fechar os olhos e eu também.
Porque é dia de Natal, o despertador toca um pouco mais tarde que o habitual.
Abro os olhos e apresso-me a olhar para ele que continua no mesmo lugar; mas agora vestido com o pijama que lhe vesti na noite anterior.
Voltei a contemplá-lo, enquanto guardava as memórias do colo, do calor, dos mimos e do aconchego que naquela noite chegaram a todos os meninos do mundo, através do meu.
Da mesma forma mágica com que o Natal chegou ao meu sonho“
****************************************************************
Que o Menino Jesus prepare com muito carinho o vosso Presente de Natal, com Amor, Saúde, Paz e Realização dos vossos Sonhos.
Que este Presente vos acompanhe no Novo Ano 2010 e em todos que virão.
Feliz Natal!
Feliz Ano Novo!
de ” Célia Bernardo “ – (jornalista do Rádio Clube, que gosto de ler)
Espero que gostem tanto como eu!
« Sonho em Noite de Natal »
” Primeiro senti uma mão gelada na cara; depois os pés frios juntos aos meus. Acordei assustada, mas a escuridão do quarto e a preguiça que me tomava conta do corpo, impediram-me de levantar.
No entanto, mantive os sentidos despertos, até perceber pelo tacto que era um ser pequenino aquele que se enroscava em mim. Tranquilizei e voltei a fechar os olhos, embalada pelo cheirinho dele que me era tão familiar.
De manhã, ele continuava lá; enroscado em mim, à procura do meu calor como se tivesse acabado de chegar de uma longa temporada ao relento.
Agora já com o sol a entrar pela janela e a iluminar o quarto, destapei-o para me certificar que estava agasalhado.
Nessa altura, dei um pulo da cama e fiquei incrédula a testemunhar aquele sono tranquilo de quem está enfim seguro e aconchegado.
Esfreguei os olhos e voltei a olhar sem conseguir perceber o que se estava a passar.
Ele tinha o corpo do meu filho, mas com outra cor de pele. Tinha as mesmas mãos que já tantas vezes me tocaram a pele, mas agora maltratadas pela crueldade que as ruas tão bem conhecem.
Ainda intrigada, mas já serena; decido então destapar-lhe o corpo, onde apenas restam umas roupas sujas e rasgadas que deixam a descoberto uns pés feridos de quem chegou de uma longa e dura caminhada.
Ele continua a dormir tranquilamente, mas esboçando um sorriso que me comove.
Chego-me mais perto; sinto-lhe a respiração e percebo que tem uns olhos rasgados que não combinam com a cor da tez que é escura nem tão pouco com os traços de índio, característicos de uma América esquecida.
Quando colo a minha cara à dele abre repentinamente os olhos. Afasto-me um pouco mas sempre a observá-lo.
Os olhos continuam a ser os do meu filho e o sorriso que me lança também. Nesse mesmo instante, estende-me a mão e toca-me a cara numa carícia tão meiga como o sorriso que ilumina aquele momento.
Sem pronunciar uma única palavra, volto a deitar-me ao seu lado e a abraçá-lo com a mesma força e calor com que faço todos os dias.
Ele volta a fechar os olhos e eu também.
Porque é dia de Natal, o despertador toca um pouco mais tarde que o habitual.
Abro os olhos e apresso-me a olhar para ele que continua no mesmo lugar; mas agora vestido com o pijama que lhe vesti na noite anterior.
Voltei a contemplá-lo, enquanto guardava as memórias do colo, do calor, dos mimos e do aconchego que naquela noite chegaram a todos os meninos do mundo, através do meu.
Da mesma forma mágica com que o Natal chegou ao meu sonho“
****************************************************************
Que o Menino Jesus prepare com muito carinho o vosso Presente de Natal, com Amor, Saúde, Paz e Realização dos vossos Sonhos.
Que este Presente vos acompanhe no Novo Ano 2010 e em todos que virão.
Feliz Natal!
Feliz Ano Novo!
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Não me apetece...
eu explico: não me apetece desmanchar a árvore de natal, muito menos o presépio, a minha sala está tão linda!!!
Tenho bolas douradas e cor de laranja a condizer com a sala que tem tons de bege e laranja…ocupa o espaço ao lado da lareira, com muitas luzinhas que gosto de ver piscar na penumbra das horas tardias…o meu presépio muito simples só com a sagrada família, (comprado num fim de semana muito romântico em Évora), num chão de pano dourado rodeado de velas pequeninas também douradas e laranja…estão a imaginar? Está lindo!!! Não me apetece e pronto!!!
Tenho bolas douradas e cor de laranja a condizer com a sala que tem tons de bege e laranja…ocupa o espaço ao lado da lareira, com muitas luzinhas que gosto de ver piscar na penumbra das horas tardias…o meu presépio muito simples só com a sagrada família, (comprado num fim de semana muito romântico em Évora), num chão de pano dourado rodeado de velas pequeninas também douradas e laranja…estão a imaginar? Está lindo!!! Não me apetece e pronto!!!
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
é possivel por o mundo a cantar
Durante um fim de semana com muita chuva e vento forte (parecia que ía tudo pelo ar), encontrei isto,
http://5dias.net/2008/11/13/stand-by-me-a-volta-do-mundo/
está espectacular e bem dentro do meu espírito de Natal
Boa semana para todos, Bjs
http://5dias.net/2008/11/13/stand-by-me-a-volta-do-mundo/
está espectacular e bem dentro do meu espírito de Natal
Boa semana para todos, Bjs
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
recebi via mail...

Olá!
A Imaginarium, A Caritas e a TMN estão a promover uma campanha solidária 'Um presente cheio de Natal', e apelam à participação de todos.É muito simples, e será certamente muito divertido para fazerem com os vossos filhos, sobrinhos, irmãos... Basta pegarem numa caixa de sapatos, decorarem-na e colocar lá dentro pequenos mimos, para crianças que não têm a sorte das nossas!Depois é só entregar numa loja Imaginarium!
Em anexo, segue a brochura que recebi, e onde está explicada a campanha, e como devem fazer.
Não deixem de participar! Quem sabe, naqueles almoços de Natal de amigos, em vez de trocarmos prendas juntarmos prendas e darmos a quem poderá tirar delas um gozo maior. E não deixem também de divulgar!
Bj
A Imaginarium, A Caritas e a TMN estão a promover uma campanha solidária 'Um presente cheio de Natal', e apelam à participação de todos.É muito simples, e será certamente muito divertido para fazerem com os vossos filhos, sobrinhos, irmãos... Basta pegarem numa caixa de sapatos, decorarem-na e colocar lá dentro pequenos mimos, para crianças que não têm a sorte das nossas!Depois é só entregar numa loja Imaginarium!
Em anexo, segue a brochura que recebi, e onde está explicada a campanha, e como devem fazer.
Não deixem de participar! Quem sabe, naqueles almoços de Natal de amigos, em vez de trocarmos prendas juntarmos prendas e darmos a quem poderá tirar delas um gozo maior. E não deixem também de divulgar!
Bj
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